05.03.10

Permalink 15:23:43, por Neca Email , 59 palavras, 32 views   Portuguese (BR)
Categorias: Internet, Notícia

Quantas calorias vc gasta Tweetando?

Sabia que dá para perder calorias tuitando? Você sabe quantas perdeu tuitando nas últimas 24 horas? Pois a academia Companhia Athletica te ajuda a calcular isso. A DM9DDB criou para seu cliente uma aplicação online chamado de Tweet Calories que, com um calculo relativamente simples, mostra quantas calorias você gastou tuitando nas últimas 24 horas. É bem bacana, confiram abaixo:

Permalink 11:04:48, por Moreno Email , 42 palavras, 35 views   Portuguese (BR)
Categorias: Impresso

O Band Aid do Hulk

"Tecido flexível. Band Aid"

Esse é o mote da campanha criada pela agência JWT (Dubai) para divulgar a nova linha de Band Aid, feita com um material tão flexível que serviria até mesmo para o verdão aí embaixo.

CLIQUE PARA VER MAIOR

Permalink 09:01:39, por Neca Email , 18 palavras, 42 views   Portuguese (BR)
Categorias: Outdoor

Outdoor com Lama

Peças para o lançamento de nova versão do game de rally Colin McRae.Pela Republik Auckland, Nova Zelândia

03.03.10

Permalink 08:26:16, por Neca Email , 41 palavras, 44 views   Portuguese (BR)
Categorias: Impresso

Golf GTi incentiva motoristas a correrem?

Isso pra mim tá mais pra incentivar a correr, do que advertir contra o excesso de velocidade.
Mas que ficou divertido ficou.

E aí? Qual o papel da propaganda neste caso? Despertar o desejo pela velocidade?

Clique na imagem para ampliar.

26.02.10

Permalink 08:12:20, por Neca Email , 222 palavras, 53 views   Portuguese (BR)
Categorias: Notícia

Política e Design - Nova logo causa polêmica nos EUA

A novo logo da Agência de Defesa contra Mísseis dos Estados Unidos (ADM, na sigla em inglês) está causando polêmica e deixando alguns membros da direita conservadora ainda mais irritados com o governo Barack Obama. Segundo reportagem do site CBS News, sites contrários à administração Obama publicaram artigos nesta quinta-feira (25) afirmando que a imagem lembra o logo da campanha presidencial democrata e também o principal símbolo dos muçulmanos – a estrela e a Lua crescente.

Frank Gaffney, do site Big Government, chegou a dizer que o logo é uma mistura dos dois símbolos e Christopher Logan, do Logan’s Warning, afirmou que o logo representa a “submissão oficial dos Estados Unidos ao Islã”. Para outros críticos do desenho, o logo é parecido até mesmo com o da Agência Espacial do Irã.

O fato é que, apesar do exagero ao se falar em “submissão ao Islã”, os críticos têm razão ao afirmar que o logo lembra o símbolo do Islã. Mas nos países muçulmanos a interpretação pode ser bem diferente, por exemplo a de que a Lua crescente (que seria no desenho a forma azul) é um alvo dos Estados Unidos.

Confira, da esquerda para a direita, o novo logo da ADM, o logo da campanha de Obama, uma representação da lua crescente e da estrela e o logo da Agência Espacial do Irã:

23.02.10

Permalink 15:49:31, por Moreno Email , 38 palavras, 24 views   Portuguese (BR)
Categorias: Video, Internet

Blind Spot

Mais uma vez, a escola de Gobelins nos presenteia com excelentes animações.
A da vez, conta a história de uma senhora que só queria fazer compras no mercadinho e... bom, vejam o que aconteceu.

Permalink 15:16:37, por Moreno Email , 74 palavras, 12 views   Portuguese (BR)
Categorias: Impresso

A rede de prostituição em Israel

O fantasma da prostituição assombra todos os países, do mais rico ao mais pobre.
Pensando nisso, a agência Mccann Erickson (Tel Aviv, Israel)criou uma campanha de conscientização sobre este problema social.

A peça retrata uma perna feminina, na qual a meia-calça é uma cerca de arame farpado, trazendo a seguinte chamada: "Milhares de mulheres em Israel são mantidas na indústria da prostituição contra suas vontades. Não seja um cúmplice."

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Permalink 14:25:35, por Neca Email , 607 palavras, 35 views   Portuguese (BR)
Categorias: Notícia

Remuneração por leads, evolução do webmarketing

de Giuliano Sarzana

Você já ouviu falar em geração de leads? Se trabalha na área comercial ou de marketing é provável que já tenha ouvido – e se ainda não conhece o termo, certamente irá conhecer.

A Wikipédia define leads como a identificação de uma pessoa ou empresa que deseja adquirir um determinado produto ou serviço. É o primeiro passo do processo de vendas.

Mas vejam bem, o lead não é apenas uma análise de mercado onde se identifica um perfil de público-alvo e cria-se uma base de dados. Isso é mailing. Lead é uma pessoa ou empresa pré-disposta a adquirir um serviço ou produto.

Os leads podem ser gerados de diversas formas: telemarketing, mala direta, e-mail marketing, eventos e, mais recentemente, websites.

No Brasil existem raras empresas que trabalham na geração de leads via web. Nos EUA esse mercado é extremamente bem desenvolvido (lá chamado de referral) e na Europa está começando a amadurecer. As empresas que captam leads via web trabalham fortemente com marketing de busca e com programas de afiliados.

O melhor de tudo é que as empresas que geram leads via web atuam num modelo de “divisão de risco”, cobrando apenas por lead gerado. Todo o investimento em mídia, desenvolvimento de sites, sistemas, análises, é absorvido pelas empresas que geram os leads e seus clientes pagam apenas por lead enviado.

Ou seja, se a empresa não gerar nenhum lead, assume todo o custo de mídia e não recebe nada. E dessa forma é muito mais fácil convencer os clientes, pois não é necessário altas verbas de marketing, diversas aprovações, compra de espaços de mídia, etc. Quem fornece os leads cuida de tudo. É a evolução do webmarketing.

Mas há quem não goste desse modelo. Os leads são o terror das agências tradicionais pois grande parte do lucro destas vêm de campanhas que não são comprometidas com resultados. Quando se muda o modelo de marketing para a geração de leads não adianta mais ficar criando diversas peças publicitárias, filmes, anúncios etc se estes não gerarem retorno comercial. E é nessas criações que as agências tradicionais ganham muito dinheiro. Ganham até dos veículos de comunicação (BV).

Outro segmento que não pode ouvir falar em leads é o de televendas ativo. Quando se contrata um call center para um trabalho ativo de televendas, paga-se por posição contratada. Grandes empresas contratam centenas, às vezes milhares de posições (PAs) e os call center conseguem uma ótima margem de lucro. Com os leads não é mais necessário contratar 100 PAs. Com 10 PAs talvez se consiga entregar o mesmo resultado. E quem contrata economiza 90 PAs.

Por fim, o modelo de leads via web serve para praticamente todos os tipos de serviços e alguns tipos de produtos. E um lead não funciona apenas com operações de vendas. Um lead pode ser também um chamariz para uma negociação futura.

Um exemplo são leads de test-drive onde o interessado agenda um test-drive em algum veículo, é gerado o lead e apenas após o teste a negociação se inicia.

Nos EUA e na Europa vendem-se leads de todos os tipos. Desde os leads tradicionais como interessados em adquirir uma linha telefônica ou um empréstimo bancário até leads “diferentes” como interessados em fazer um implante capilar ou apenas em um programa de reeducação alimentar. Em alguns casos o índice de sucesso de vendas em cima de uma base de leads chega a 80%. Um retorno mais do que excelente.

Agora nos resta ver como o mercado nacional irá reagir a esse modelo. O modelo de leads tem tudo para dar certo também no Brasil, mas com certeza muitas agências grandes vão jogar contra. Vamos ver quem vencerá. [Webinsider]

22.02.10

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Categorias: Notícia

SOLOSTOCKS DE CARA NOVA

SoloStocks Brasil é o principal portal Business to Business do país, e lidera o segmento de compra e venda de produtos entre empresas e entre empresas e profissionais, o famoso B2B.

Quem tem empresa, vale a pena dar uma conferida.

http://www.solostocks.com.br

Dir. de Criação: Helio Wense e Jordi Galobart
Criação: Julia Molina
Programação: Máximo Rocha

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Categorias: Notícia

Confiança nos amigos cai com redes sociais

Pesquisa da Edelman mostra que confiança das pessoas no os amigos dizem na internet sobre uma marca diminuiu pela metade em dois anos

Uma mantra diz que as redes sociais são uma maneira de os anunciantes contarem histórias autênticas e críveis a seus consumidores, cuja confiança em CEO´s, membros do governo e analistas de mercado está abalada. Mas de acordo com o último Barômetro da Confiança da Edelman, o número de pessoas que enxergam em seus amigos e parceiros como fontes confiáveis de informação sobre uma empresa caiu pela metade desde 2008, de 45% para apenas 25%.

Para Richard Edelman, presidente da Edelman, trata-se de um sinal dos tempos. "Os eventos dos últimos 18 meses assustaram as pessoas.

Elas precisam ver as mensagens em lugares diferentes e a partir de diferentes pessoas, desde experts bem como empregados da empresa e amigos", diz. "É um período de ceticismo. Então, se a companhia olha para o marketing boca-a-boca como solução, estão certas, mas ela precisa entender que esta não pode ser mais a única saída, mas sim uma parte da solução", conclui.

Os consumidores estão descrentes de modo geral. A credibilidade da TV caiu 23 pontos percentuais e radio e jornais outros 20 pontos na comparação de 2008 com 2010.
Quando perguntadas se a informação sobre uma companhia parecia crível no caso de ela ser passada por "uma pessoa como você" (o chamado americano médio) o número caiu também.

Apenas 39% acreditam que as mensagens ditas por consumidores eram confiáveis, contra 45% em 2009.

Por outro lado, a figura do CEO ganhou força na confiabilidade. A estratégia de levar o líder executivo para a frente da comunicação, algo feito pela General Motors com Ed Whitacre (e pela Toyota em um momento negativo de recall, com Jim Lentz) aumentou a confiança das pessoas no CEO, de 17% em 2009 para 26% neste ano. Também ganharam confiabilidade membros do governo (22% contra 27% neste ano), analistas do mercado financeiro (46% contra 52%), ONG´s (42% contra 44%) e acadêmicos (61% contra 64%).

Ou seja, o fato de os consumidores pararem de acreditar no que seus amigos e pessoas comuns dizem em testemunhais do produto ou empresa, há implicações significativas para anunciantes e redes sociais, bem como outras plataformas de marketing boca-a-boca.



Plataformas como Facebook e Twiiter permitiram às pessoas manterem círculos de associação casual mais amplos, o que pode ajudar a diluir a credibilidade das redes. Em outras palavras, quanto mais conhecidos a pessoa tem, mais difícil de confiar nele ou nela.



Do Advertising Age.

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